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-Você faz isso comigo. -dizia ele- Não sei como, mas você faz.
-Faz o que? Agora eu não estou entendendo mais nada.
-Nem eu mesmo me entendo. Quando eu estou perto de você eu fico assim… confuso.
Sulamita Braga (via sulabraga)
Mas se você for embora, eu te compreendo. Eu te amo, mas as minhas formas de demonstrar amor não são agradáveis, as vezes, eu machuco sem querer as pessoas tentando amar elas.
Cristian. (via oescritor)
Eu juro que eu tentei fazer de tudo pra esquecer, cara.
(via peca-r)

z-arb:

By  Diogo Costta on flickr 

s-u-n-t:

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Podia ter dado certo entre a gente, ou não. Eu nem sei o que é dar certo.
Caio Fernando Abreu.        (via sutilizar-se)
Acostumei-me com a sua companhia, sem pensar que um dia você iria partir que não adiantaria eu implorar para que ficasse e que não mais voltaria. Eu me acostumei com o seu amor, sem pensar que ele não era meu.
Jhennifer Werneck (via sincronizar)
Vi esse texto correndo no facebook, e achei incrivel a forma que ele escolheu produzi-lo. No tom ironico e inteligente, usou frases ditas por muitos que rotulam, julgam sem conhecimento e pregam esteriotipos, mostrando suas contradições, hipocrisias e forma desumana de olhar as coisas; com intenção de critica-los e expor indiretamente a opinião da maioria da população, que lutam por liberdade, felicidade e direitos. “Não aborte. Mas se você for pobre, não saia fazendo filho por ai para que eles dependam da esmola do governo. Então previna-se, mas não seja vagabunda de levar camisinha na bolsa. Não de no primeiro encontro. Não use roupas apertadas e não provoque desejo indiscriminado nos homens. Não dance funk. Não queira merecer um estupro. Mas caso seja estuprada, ainda sim não aborte. Não aborte, não tenha filhos por aí, não seja vagabunda, não dê, não provoque desejo. Se possivel não exista. Va trabalhar vagabundo. Trabalhe mas não proteste. Não saia por ai querendo direitos. Não seja ingrato e aceite tudo de bom grado. Se você quer ganhar mais, tem que ser estudado. Se você é so estudado, é vagabundo. Se você é so estudante, é vagabundo. Quem so estuda é filhinho de papai. Filhinho de papai é vagabundo. Se você so trabalha, é trabalhador. Mas se não estuda não quer o melhor pra você, então é vagabundo. Não seja um vagabundo. Não seja so trabalhador. Não seja so estudante. Não seja so pobre. Não seja um filhinho de papai. Se possivel não exista. Não ande de skate, não ande de bicicleta, não vista-se como gnomo. Não seja um alternativo. Aliás, nem são necessarias tantas alternativas. Abaixe o som, desocupe as ruas, penteie seu cabelo, emagreça, envelheça, cale a boca. Não use toxico, não seja viado, não de a bunda, não use mascaras. Não seja politicamente correto, coma a porra da banana, na paulista não! Carnaval não! Na pompeia não! Na vila madalena não! Metrô não! Ciclovia não! Faixa de onibus não! Exista não! Agradeço pelas surras que meu pai me deu. Quem fez merda não foi torturado. Em briga de marido e mulher ninguem mete a colher. Ele é preto de alma branca. Ele sabe se colocar no seu lugar. Quem manda ela querer ter direitos iguais? Deu nisso. Não morreu nenhum santo. Ela bem que mereceu. Você me conhece. A mãe chora agora. Hoje em dia a gente sai e não sabe se volta. Eu pago meus impostos. Tudo que eu penso eu falo na cara. Não adianta dar o peixe. Sabe com quem você esta falando? Então porque não tem cota pra ruivo? Então porque você tem um iphone? Sua casa tem senha no wifi. Ta com do? Leva pra casa. O Chico Buarque nunca trabalhou na vida. Eu sou assim e não vou mudar. Essa é a minha opinião.
Por Rafael Castilho. (via refloresceer)
Você nunca me viu sozinho, você nunca me viu chorar.
Titãs.  (via f-l-o-r-e-t-i-z-a-r)
Eu gostava muito de você. Era tão bonito, era tão intenso. Acreditava no pra sempre. Imaginei uma casa, uma família, uma coisa só nossa. Um esconderijo, um refúgio, um paraíso. Cada vez que eu pensava em você me dava um calorzinho no peito. Cada vez que abraçava você o mundo parava de rodar por um segundo. E eu achava que aquilo era amor, achava que aquilo era o certo, achava que a gente era certo um na vida do outro. Mas não foi. Não fui. Não fomos. Não somos.
Clarissa Corrêa.    (via f-l-o-r-e-t-i-z-a-r)